Bobô promete um 2011 diferente

A Bahia chega ao fim de 2010 sem uma Vila Olímpica, sem um ginásio poliesportivo, sem pistas de atletismo, enfim, sem equipamentos olímpicos de qualidade. Este é apenas mais um ano que o Estado deixa passar em branco esportivamente, quando o assunto não é o futebol. Mas, pela promessa do diretor geral da Superintendência de Desportos da Bahia (Sudesb), Raimundo Nonato – o Bobô – a situação vai ser diferente daqui para frente.
Já em 2011, o ex-jogador do Bahia adianta uma verdadeira revolução em questões de equipamentos esportivos no Estado. Se tudo for cumprido, a Bahia passará a ter dez piscinas, sendo nove semi-olímpicas, um ginásio com dimensões internacionais, duas pistas de atletismo e a Vila Olímpica em Pituaçu.
A justificativa para a situação em que o esporte olímpico encerra 2010 – e já se arrasta por alguns anos – foi o descaso encontrado quando assumiu a Sudesb. “A gente sai do zero para uma série de equipamentos que nunca existiu e, se existiram, estavam sucateados”, afirma.
Por causa disso, segundo Bobô, o trabalho realizado nestes primeiros quatro anos foi para garantir uma base esportiva no Estado. “Esses quatro anos foram para criar uma estrutura, uma base, para que nesses quatro anos seguintes a gente tenha uma política bem clara e definida das ações nossas. Só trabalhamos para conceituar projeto, que não existiam. E transformar esses projetos em realidades”, garante.
Nesse período, enquanto voltou a intenção para o interior do Estado, a capital viu seus equipamentos serem deteriorados. O Parque Aquático, a pista de atletismo e o ultrapassado Ginásio Antônio Balbino sumiram com a implosão da Fonte Nova. Tudo sem a promessa de repor os equipamentos, principalmente a piscina olímpica – única do estado – antes ter sido cumprida.
Por causa dessa defasagem, o trabalho estadual foi muito criticado neste setor. No entanto, Bobô acredita que com a virada do ano e o início da próxima gestão, a situação vai se reverter e a insatisfação acabar. “Eu não tenho dúvidas de que nesses quatro anos a política se consolida e tudo o que eu estou dizendo as pessoas vão enxergar, elas vão ver. Isso, para nós, é o que conta”.
Já em 2011, o ex-jogador do Bahia adianta uma verdadeira revolução em questões de equipamentos esportivos no Estado. Se tudo for cumprido, a Bahia passará a ter dez piscinas, sendo nove semi-olímpicas, um ginásio com dimensões internacionais, duas pistas de atletismo e a Vila Olímpica em Pituaçu.
A justificativa para a situação em que o esporte olímpico encerra 2010 – e já se arrasta por alguns anos – foi o descaso encontrado quando assumiu a Sudesb. “A gente sai do zero para uma série de equipamentos que nunca existiu e, se existiram, estavam sucateados”, afirma.
Por causa disso, segundo Bobô, o trabalho realizado nestes primeiros quatro anos foi para garantir uma base esportiva no Estado. “Esses quatro anos foram para criar uma estrutura, uma base, para que nesses quatro anos seguintes a gente tenha uma política bem clara e definida das ações nossas. Só trabalhamos para conceituar projeto, que não existiam. E transformar esses projetos em realidades”, garante.
Nesse período, enquanto voltou a intenção para o interior do Estado, a capital viu seus equipamentos serem deteriorados. O Parque Aquático, a pista de atletismo e o ultrapassado Ginásio Antônio Balbino sumiram com a implosão da Fonte Nova. Tudo sem a promessa de repor os equipamentos, principalmente a piscina olímpica – única do estado – antes ter sido cumprida.
Por causa dessa defasagem, o trabalho estadual foi muito criticado neste setor. No entanto, Bobô acredita que com a virada do ano e o início da próxima gestão, a situação vai se reverter e a insatisfação acabar. “Eu não tenho dúvidas de que nesses quatro anos a política se consolida e tudo o que eu estou dizendo as pessoas vão enxergar, elas vão ver. Isso, para nós, é o que conta”.
Autor postado em 27/12/2010
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